A inteligência artificial é prioridade estratégica na rotina corporativa. Empresas de todos os portes buscam entender como aplicar a tecnologia de forma que gere resultado real, e não apenas um projeto baseado em tendência. O avanço da IA nas empresas acontece em ritmo acelerado, impulsionado por dados, automação e pela necessidade de responder com agilidade a um mercado assustadoramente rápido.
Ao mesmo tempo, a transformação digital só é vantagem competitiva quando bem aproveitada na prática, sobretudo em setores como logística, importação e exportação, onde decisões rápidas e informadas fazem toda a diferença, mas onde a tecnologia não é mais novidade.
O Avanço Da IA Nas Empresas
Os números confirmam a velocidade dessa mudança: de acordo com o relatório The State of AI in 2025: Agents, Innovation, and Transformation, da McKinsey & Company, 88% das organizações ao redor do mundo já utilizam inteligência artificial em pelo menos uma função de negócio, contra 78% no ano anterior. Apesar do avanço, apenas cerca de um terço das empresas afirma ter conseguido escalar a tecnologia para toda a operação, e só 39% relatam impacto direto no resultado financeiro. O dado reforça que adotar IA nas empresas é apenas o primeiro passo, transformar essa adoção em valor de negócio é o verdadeiro desafio.
O Índice Latinoamericano de Inteligencia Artificial (ILIA) 2025, elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em parceria com o Centro Nacional de Inteligência Artificial do Chile (CENIA), mostra que a região concentra 14% das visitas globais a soluções de inteligência artificial, proporção superior aos 11% de usuários de internet que ela representa.
Se a adoção de IA nas empresas já é praticamente universal, o que explica a diferença entre organizações que colhem resultado e as que permanecem presas à fase experimental?

Da Adoção Ao Resultado: O Que Diferencia As Empresas De Sucesso
Decisões lentas, times isolados, dados fragmentados e modelos operacionais ultrapassados são alguns dos principais obstáculos que travam organizações ambiciosas. As empresas que avançam com consistência redesenham fluxos de trabalho, redefinem papéis e investem na capacitação de equipes, tratando a IA como parte da estratégia central do negócio, e não como uma iniciativa isolada de tecnologia. Esse movimento está diretamente ligado à transformação digital, onde é preciso repensar processos, governança e cultura organizacional.
O sucesso da IA nas empresas depende menos da quantidade de ferramentas adotadas e mais da qualidade dessas ferramentas, dos dados, da governança e da disposição das lideranças em transformar processos de ponta a ponta.
Veja alguns fatores:
- Estratégia e liderança: a alta gestão deve definir objetivos claros de uso de IA nas empresas e apoiar projetos-piloto e iniciativas de digitalização. É importante reformular processos pensando em IA, em vez de simplesmente inserir a tecnologia no modelo antigo.
- Cultura orientada a dados: estimular equipes a usar dados e análises no dia a dia cria um ambiente propício para a inteligência artificial. Isso inclui treinamentos, contratação de especialistas e melhorias contínuas
- Infraestrutura robusta: além de conectividade, é necessário investir em computação em nuvem, ferramentas avançadas e parceiros de tecnologia que possam trazer mais robustez aos novos processos.
Inteligência Artificial Para Área Logística
O setor de comércio exterior e logística sente esse movimento tecnológico de perto. A Organização Mundial do Comércio, no World Trade Report 2025, estima que a inteligência artificial pode impulsionar o valor do comércio internacional de bens e serviços em quase 40% até 2040, com ganhos de produtividade e redução de custos logísticos, aduaneiros e de conformidade regulatória.
Segundo o Global Trade Outlook and Statistics, bens ligados à inteligência artificial (como semicondutores, servidores e equipamentos de telecomunicação) tiveram alta de 20% no primeiro semestre de 2025 e responderam por quase metade do crescimento do comércio mundial de mercadorias no período. Para empresas de importação e exportação, esses números indicam algo direto: quem consegue transformar dados de comércio exterior em decisão rápida sai na frente. Tarifas mudam, rotas se tornam instáveis e a concorrência se intensifica, tornando a inteligência artificial nas empresas de logística uma ferramenta indispensável para identificar oportunidades, avaliar fornecedores e antecipar riscos antes que eles impactem a operação.
Descartes Datamyne™ Como Aliado De Crescimento
O papel do Descartes Datamyne™ AI Agent é ser uma solução que aplica inteligência artificial a um banco de dados de comércio internacional para transformar perguntas em linguagem natural em respostas imediatas. Ao invés de navegar por relatórios extensos ou construir filtros complexos, o usuário simplesmente pergunta e recebe insights prontos para ação.
O AI Agent identifica tendências, anomalias e oportunidades de fornecimento escondidas nos dados, analisa importadores, exportadores e concorrentes em detalhe, e ainda gera resumos, relatórios e alertas que aceleram a rotina de pesquisa das equipes de comércio exterior.
Investir em IA nas empresas é parte da transformação digital que já reorganiza o comércio internacional e vai continuar mudando e acelerando negócios no futuro. Quer descobrir como transformar dados de comércio exterior em decisões mais rápidas e seguras? Fale com um especialista Descartes e conheça nossas soluções.

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