A Descartes ajuda empresas a tornar suas cadeias de suprimentos — nacionais e internacionais — mais ágeis, eficientes, seguras e sustentáveis. Isso acontece por meio da Global Logistics Network™ (GLN™), uma rede que conecta embarcadores, transportadoras e operadores logísticos para facilitar a colaboração e a troca de informações em tempo real. Com apoio de tecnologia, dados e inteligência artificial, auxiliamos na gestão de entregas de última milha, transporte nacional e internacional, cotações e pagamentos de frete, além de processos de comércio exterior, conformidade aduaneira e exigências regulatórias.

Os principais desafios logísticos enfrentados pelas empresas hoje vão além de suas operações internas. Eles dependem da integração com centenas ou até milhares de parceiros externos, como transportadoras, órgãos governamentais, despachantes aduaneiros, bancos, armazéns e agentes de carga. É justamente nessa complexidade que a Descartes atua.

O diferencial da empresa está na GLN, infraestrutura desenvolvida ao longo de mais de 30 anos e que hoje processa bilhões de transações por ano. A abrangência, confiabilidade e especialização dessa rede refletem décadas de investimentos, relacionamento com parceiros e profundo conhecimento do setor logístico global.

2. A quem essas soluções se destinam?

As soluções da Descartes apoiam empresas de diferentes portes e setores que dependem de operações logísticas complexas e de alta escala, como varejistas, fabricantes, distribuidores, transportadoras, operadores logísticos e empresas de comércio eletrônico. A companhia também atende organizações ligadas ao comércio e transporte internacional — como agentes de carga e despachantes aduaneiros — que buscam mais visibilidade sobre suas operações, maior eficiência e conformidade com exigências regulatórias.

Com cadeias de suprimentos cada vez mais dinâmicas e consumidores mais exigentes em relação a prazos e experiência de entrega, a tecnologia logística deixou de ser apenas um diferencial competitivo. Hoje, ela é considerada uma infraestrutura essencial para garantir eficiência operacional, visibilidade e continuidade dos negócios.

3. Como a empresa atua no mercado, se com venda direta ou com parceiros?

A Descartes atua por meio de um modelo híbrido, combinando venda direta e parcerias estratégicas. Dependendo da solução, região e perfil do cliente, a empresa pode atuar diretamente ou em conjunto com parceiros para ampliar capilaridade e adaptar a implementação às necessidades específicas de cada operação.

4. Como está o setor de logística hoje em termos de automação?

O setor de logística historicamente é marcado pela fragmentação, processos manuais e pouca integração entre sistemas e parceiros. Esse cenário dificulta a visibilidade das operações, reduz a eficiência e torna a tomada de decisão mais lenta e complexa.

As aplicações em nuvem da Descartes ajudam empresas a modernizar e automatizar processos em diferentes etapas da cadeia de suprimentos e logística. As soluções abrangem áreas como otimização de rotas, planejamento e execução de embarques, gestão de transporte, comércio exterior, conformidade aduaneira e regulatória, classificação tarifária, triagem de partes restritas, gestão de documentos, além de auditoria e pagamento de fretes.

A empresa também segue investindo em tecnologias como inteligência artificial, aprendizado de máquina, análises avançadas e Internet das Coisas (IoT). O objetivo é aplicar esses recursos de forma prática para tornar as operações mais rápidas, precisas e eficientes para os clientes.

Embora a automação logística tenha avançado significativamente nos últimos anos, ainda existem grandes oportunidades de evolução, especialmente na integração entre sistemas, na orquestração de dados e no uso mais estratégico de análises e inteligência artificial para apoiar decisões e aumentar a eficiência operacional.

5. Quais são as principais oportunidades no setor de logística?

As principais oportunidades estão ligadas à eficiência operacional, redução de custos, melhoria da experiência do consumidor e expansão da logística urbana. A descentralização de operações, com hubs mais próximos do consumidor, cria oportunidades para entregas mais rápidas e flexíveis.

A logística urbana ganha relevância porque aproxima estoque e operação do cliente final, reduzindo tempo de entrega e aumentando a competitividade.

6. A IA vem impactando esse mercado?

Sim. A inteligência artificial já vem transformando as operações de logística e cadeia de suprimentos ao aumentar a eficiência, automatizar processos complexos e apoiar decisões mais rápidas e precisas. Na prática, a IA está sendo utilizada em atividades como previsão de demanda, otimização dinâmica de rotas, monitoramento de frotas, gestão de riscos e tratamento de exceções operacionais.

Além de reduzir tarefas manuais e ampliar a produtividade das equipes, a IA permite análises preditivas e maior automação na tomada de decisão. Isso ajuda as empresas a deixarem de atuar apenas de forma reativa para adotar uma gestão mais preditiva e proativa da cadeia de suprimentos.

Com isso, as organizações conseguem antecipar possíveis interrupções, otimizar recursos em tempo real e aumentar a resiliência das operações diante de mudanças no mercado, atrasos logísticos ou outros desafios da cadeia global.

7. Quais as tendências tecnológicas do setor?

Entre as principais tendências tecnológicas que vêm transformando o setor de logística estão o avanço da inteligência artificial e do aprendizado de máquina, a visibilidade das remessas em tempo real, a segurança dos motoristas, a análise avançada da cadeia de suprimentos, a automação de processos e a integração entre plataformas e sistemas. Outro movimento importante é o crescimento contínuo da logística urbana e das soluções de última milha, impulsionado pela expansão do comércio eletrônico e pela demanda dos consumidores por entregas mais rápidas e eficientes.

Nos próximos anos, a tendência é que as operações logísticas se tornem cada vez mais conectadas, automatizadas e orientadas por dados. Nesse cenário, a inteligência artificial deve assumir um papel ainda mais estratégico no planejamento, na execução e na otimização das operações em toda a cadeia de suprimentos, ajudando as empresas a ganhar eficiência, visibilidade e capacidade de adaptação diante de mudanças e desafios do mercado.

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